Tendo como base alguns provérbios alusivos ao S. Martinho e ao Outono, o Paulo Freixinho criou um passatempo onde as palavras que vão preenchendo a grelha completam os respectivos provérbios.
Para ajudar, o Paulo fornece as palavras pretendidas ordenadas por ordem alfabética.
Um passatempo acessível a todas as idades... para resolver pelos mais novos na escola ou em casa, quiçá para fazer em família ao serão enquanto comem umas castanhas quentinhas e boas.
Era uma castanha que estava como as outras, pendurada de um castanheiro. Chegando o tempo, as castanhas amadurecem e caem por si. Só que esta não caiu. - Estou bem onde estou e não quero aventuras - dizia. Uma a uma, as outras dos ramos iam caindo e rebolando pelo chão, protegidas pelo cobertor ouriçado que as cobria até ao nariz. Nariz é modo de dizer? Vinham os garotos, estalavam-lhe os ouriços e metiam-nos nos bolsos. A tímida e teimosa castanha desta história a tudo assistia do seu mirante e não gostava. - A mim não me levam eles - dizia. Era a única que sobrava em todo o castanheiro. As folhas a fugirem da árvore, sopradas pelo vento, e ela a afincar-se ao ramo, com unhas e dentes. Unhas e dentes é um modo de dizer? Sozinha, desabrigada, não estava feliz. Nem infeliz. Sentia até uma ponta de orgulho por ter conseguido resistir tanto tempo. Um sabor de vitória que a ouriçou toda. - Ai que vou cair - gritou. Mas, no último instante, conseguiu agarrar-se. Ainda não era daquela. Entardecia. Um grupo de gente acendera uma fogueira, junto ao castanheiro. Os garotos, que tinham andado às castanhas, e os pais dos garotos e os amigos dos garotos riam e cantavam. Estavam a preparar o magusto da noite de São Martinho. A castanha solitária, no alto do castanheiro nu, estranhou a vizinhança. E intrigou-se. Que estaria a passar-se. Debruçou-se do ramo mais e mais. A madeira a arder estalava, mesmo por baixo da castanha, a última. O fumo entontecia-a. E se fosse ver de perto o que se passava? Foi. Caiu. E a história acaba aqui. Paciência. É o destino das castanhas. Destino é um modo de dizer?
A Estante de Livros em conjunto com a Editorial Presença, oferece 3 packs que incluem exemplares do livro "A Prenda", de Cecelia Ahern, um saco de pano e um postal.
Sinopse: Todos os dias Lou Suffern, um arquitecto bem-sucedido de Dublin, travava uma batalha inglória com o relógio, na tentativa vã de responder às múltiplas solicitações profissionais, familiares e sociais. Vivia a um ritmo vertiginoso. O seu desejo de sucesso afastou-o do que era realmente importante na sua vida. E assim foram correndo os dias até àquela gelada manhã de terça-feira em que resolveu oferecer um café a Gabe, o sem-abrigo que costumava sentar-se perto da entrada do seu escritório. À medida que o Natal se aproxima e que Lou vai privando mais de perto com Gabe, a sua perspectiva do tempo vai-se alterando... Emocionante e divertida, esta narrativa onde está sempre presente o espírito de Natal, faz-nos reflectir sobre a importância do tempo e rever as prioridades na nossa própria vida.
Sobre a Autora: Cecelia Ahern é formada em Jornalismo e Comunicação. Aos vinte e um anos escreveu o seu primeiro romance, P. S. – Eu Amo-te, um imediato e estrondoso sucesso publicado em mais de 40 países, que liderou as listas de bestsellers na Irlanda, Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Holanda, e deu origem ao filme com o mesmo nome. Todos os seus romances seguintes – Para Sempre, Talvez, Se Me Pudesses Ver Agora e Um Lugar Chamado Aqui - receberam um acolhimento entusiástico e alcançaram o estatuto de bestsellers. Alguns foram também adaptados ao cinema e valeram-lhe a atribuição de diversos prémios literários.
Para se habilitarem a um dos packs a concurso, basta que leiam o excerto do livro respondam acertadamente às 3 perguntas no formulário, até às 23h59 de 17 de Novembro (terça-feira).
O passatempo decorre na Estante de Livros onde poderá encontrar o formulário e outras condições de participação no passatempo "A Prenda".
Extracto do videoclip contra la violência de género 2009, realizado no IES EL TABLERO (Proyecto de Coeducación), de Córdova. Com a participacão de alunos, professores, P.A.S. e todas as pessoas que se cruzaram neste projecto - CUANDO OIGAS LA SEÑAL ¡ GRITA Y CORRE¡ sob a direcção de Sergio Sáez.
Estou olhando o teu retrato, meu velho pisano, aquele teu retrato que toda a gente conhece, em que a tua bela cabeça desabrocha e floresce sobre um modesto cabeção de pano. Aquele retrato da Galeria dos Ofícios da tua velha Florença. (Não, não, Galileo! Eu não disse Santo Ofício. Disse Galeria dos Ofícios.) Aquele retrato da Galeria dos Ofícios da requintada Florença. Lembras-te? A Ponte Vecchio, a Loggia, a Piazza della Signoria Eu sei... Eu sei... As margens doces do Arno às horas pardas da melancolia. Ai que saudade, Galileo Galilei!
Olha. Sabes? Lá em Florença está guardado um dedo da tua mão direita num relicário. Palavra de honra que está! As voltas que o mundo dá! Se calhar até há gente que pensa que entraste no calendário.
Eu queria agradecer-te, Galileo, a inteligência as coisas que me deste. Eu, e quantos milhões de homens como eu a quem tu esclareceste, ia jurar -- que disparate, Galileo! -- e jurava a pés juntos e apostava a cabeca sem a menor hesitação -- que os corpos caem tanto mais depressa quanto mais pesados são. Pois não é evidente, Galileo? Quem acredita que um penedo caia com a mesma rapidez que um botão de camisa ou que um seixo da praia? Esta era a inteligência que Deus nos deu.
Estava agora a lembrar-me, Galileo, daquela cena em que tu estavas sentado num escabelo e tinhas à tua frente um friso de homens doutos, hirtos, de toga e de capelo a olharem-te severamente. Estavam todos a ralhar contigo, que parecia impossível que um homem da tua idade e da tua condição, se estivesse tornando num perigo para a Humanidade e para a Civilizacão.
Tu, embaraçado e comprometido, em silêncio mordiscavas os lábios, e percorrias, cheio de piedade, os rostos impenetráveis daquela fila de sábios. Teus olhos habituados à observação dos satélites e das estrelas, desceram lá das suas alturas e poisaram, como aves aturdidas -- parece que estou a vê-las --, nas faces grávidas daquelas reverendíssimas criaturas. E tu foste dizendo a tudo que sim, que sim senhor, que era tudo tal qual conforme suas eminências desejavam, e dirias que o Sol era quadrado e a Lua pentagonal e que os astros bailavam e entoavam à meia-noite louvores à harmonia universal. E juraste que nunca mais repetirias nem a ti mesmo, na própria intimidade do teu pensamento, livre e calma, aquelas abomináveis heresias que ensinavas e escrevias para eterna perdição da tua alma.
Ai, Galileo! Mal sabiam os teus doutos juízes, grandes senhores deste pequeno mundo, que assim mesmo, empertigados nos seus cadeirões de braços, andavam a correr e a rolar pelos espaços à razão de trinta quilómetros por segundo. Tu é que sabias, Galileo Galilei. Por isso eram teus olhos misericordiosos, por isso era teu coração cheio de piedade, piedade pelos homens que não precisam de sofrer, homens ditosos a quem Deus dispensou de buscar a verdade.
Por isso estoicamente, mansamente, resististe a todas as torturas, a todas as angústias, a todos os contratempos, enquanto eles, do alto inacessível das suas alturas, foram caindo, caindo, caindo, caindo, caindo sempre, e sempre, ininterruptamente, na razão directa dos quadrados dos tempos.
DESAPRENDER LA DISCRIMINACIÓN EN EDUCACIÓN INFANTIL
Autor: Babette BROWN Colección: Pedagogía Traductor: ISBN: 978-84-7112-607-8 Número de páginas: 152 Tamaño: 17 X 24 Fecha de la edición: 28/10/2009 Edición número: 1ª EDICIONES MORATA S.L
16,92 € (no incluye IVA)
Sinopse
Este libro cuestiona algunas ideas acerca del desarrollo en la primera infancia, que afirman que los niños son incapaces de comprender temas como: la justicia, el color de la piel, la discapacidad o la homofobia, explicando con toda claridad la teoría y la investigación relevantes y poniendo ejemplos de buena práctica. Anima a todos los que trabajan con niños pequeños a facilitar que éstos hablen de manera constructiva sobre los problemas de la discriminación.
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EXTRACTO DEL CONTENIDO Capítulo 1. Nunca se es demasiado pequeño para aprender. Capítulo 2. La práctica antidiscriminatoria, una buena práctica educativa. Capítulo 3. Cómo crear un ambiente antidiscriminatorio. Capítulo 4. El lenguaje es importante. Capítulo 5. ¿Demasiado pequeño para decidir? Capítulo 6. Tender puentes. Capítulo 7. No demasiado mayor para aprender. Capítulo 8. Recursos para la igualdad.
O que têm em comum: Nuno Markl, Nicolau Breyner, Silvia Alberto, Sérgio Godinho, Carla Chambel, Francisco Mendes, Cláudia Semedo, Margarida Martins, Helena Coelho, Jorge Gabriel, Luis Represas, Maria Gambina e Vitor de Sousa? São uns improváveis professores de astronomia durante 1 Minuto!
Explicar o que são buracos negros num minuto pode ser uma tarefa de peso para um cientista, mas e para um humorista, um actor ou um músico? Algumas estrelas portuguesas, como Nuno Markl, Nicolau Breyner, Sérgio Godinho e Sílvia Alberto decidiram vestir a camisola do Ano Internacional da Astronomia 2009 e trocar por miúdos os grandes temas do Universo. O resultado está no ar esta semana na RTP.
1 Minuto de Astronomia estreou ontem com o primeiro vídeo "Porque é a Astronomia importante?" Apresentado por Silvia Alberto. Produzido por Science Office e Duvideo.
"Diversos relatórios apontam que as maiores contribuições da astronomia para a sociedade não são apenas aplicações tecnológicas ou os pequenos avanços científicos da astronomia, mas sim a oportunidade que todos nós... temos de alargar os nossos limitados horizontes, de nos ajudar a descobrir a beleza e grandeza do Universo e do nosso lugar nele."
Los estudiantes daneses podrán usar Internet en los exámenes finales Se prohíbe enviar correos y chatear
Los alumnos de catorce colegios daneses ya tienen la suerte de consultar Internet durante sus exámenes. En 2011 la norma se extenderá a todo el sistema escolar del país, según publica BBC News.
Las primeras pruebas ya se han realizado en estos 14 colegios, en donde a la hora del examen las aulas se llenaban de cables y CD con las preguntas. Se mantiene la antigua regla de no hablar, pero la nueva es no enviar correos electrónicos a otras personas de fuera o de dentro del colegio, ni chatear (el profesor confía en la honestidad del alumno); por lo demás se puede consultar Internet, incluso redes sociales como Facebook, para encontrar las mejores respuestas a las preguntas.
Dinamarca es uno de los países tecnológicamente más avanzados, también en el uso de Internet. Desde hace una década, los estudiantes escriben los exámenes en sus ordenadores. El Gobierno argumenta que si Internet es parte de las vidas ciudadanas no se puede dejar fuera de las clases ni de los exámenes. El ministro de Educación, Bertel Haarder, se explica: "Nuestros exámenes tienen que reflejar la vida diaria en el colegio y la vida en el colegio tiene que reflejarse en la sociedad. Internet es indispensable, incluso en los exámenes. Estoy seguro de que en pocos años la mayoría de los países europeos nos imitarán".
Nota:Mais um incentivo favorável aos alunos. Um incentivo à não valorização do trabalho, do esforço, do empenho diário e contínuo... para quê estudar se podem encontrar informação detalhada na internet para responder aos exames? Mau, mau será quando um dos futuros médicos, formados nessas escolas, tiver que operar de urgência um paciente. Será que o médico vai interromper a cirurgia para se ligar ao mundo virtual e pesquisar sobre como agir e que instrumentos utilizar? ...
Licenciada em Ciências Religiosas; Formação Especializada em Relação Pedagógica; Mestre em Ciências da Educação-Teoria e Desenvolvimento Curricular; Curso de Formação Avançada em Avaliação em Educação.